UPMC Faces Class-Action Lawsuit Alleging Exploitation of Workers

UPMC Enfrenta Ação Coletiva Alegando Exploração de Trabalhadores

Uma recente ação coletiva foi movida contra o gigante da saúde UPMC, acusando a organização de explorar sua dominância no mercado ao deprimir salários e sobrecarregar os funcionários com cargas de trabalho pesadas. A ação alega que esses problemas se agravaram à medida que a UPMC expande sua presença na Pensilvânia, deixando pacientes e profissionais de saúde com menos alternativas e menos concorrência.

A ação coletiva, apresentada pela enfermeira Victoria Ross, busca reparação para trabalhadores de saúde qualificados empregados pela UPMC desde 1996. A UPMC, sediada em Pittsburgh, é o maior empregador não governamental da Pensilvânia e o 18º maior sistema hospitalar do país, gerando US$ 26 bilhões em receitas anuais.

De acordo com a queixa, a UPMC alcançou grande parte de seu crescimento por meio de condutas anticompetitivas, adquirindo ou fundindo-se com outros provedores de saúde e muitas vezes forçando cortes ou fechamentos nessas instalações. Ao longo dos anos, a UPMC fechou quatro hospitais e reduziu o tamanho de vários outros, resultando na eliminação de mais de 350 leitos e aproximadamente 1.367 empregos em tempo integral.

Essas alegações estão alinhadas com as reivindicações levantadas em 2023 pelo SEIU Healthcare Pennsylvania, que solicitou ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos que investigasse possíveis violações das leis trabalhistas federais pela UPMC.

A ação alega que a posição dominante da UPMC no mercado lhe permite suprimir os salários dos trabalhadores. A queixa observa que os funcionários chegaram até mesmo a criar o termo “Você Paga Barato” como uma piada para descrever a situação. Além disso, a reclamação afirma que a UPMC aumenta a carga de trabalho da equipe nas comunidades onde tem uma posição dominante no mercado de saúde. Essa prática compromete as condições de trabalho e a qualidade do atendimento.

No entanto, devido à significativa presença da UPMC, os profissionais de saúde em muitas áreas têm dificuldade em encontrar emprego fora do sistema. A falta de alternativas viáveis força efetivamente os trabalhadores a aceitar termos de emprego desfavoráveis, de acordo com a queixa. Além disso, a ação coletiva alega que a UPMC tem dificultado as tentativas dos trabalhadores de exigir melhores condições, citando uma baixa taxa de filiação sindical e numerosas acusações de práticas trabalhistas injustas.

A ação coletiva alega que a UPMC exerce controle sobre seus trabalhadores por meio de cláusulas de não concorrência e do medo de serem excluídos de futuras oportunidades de emprego. A estrutura salarial da organização também limita a capacidade dos funcionários de aumentar seus ganhos buscando emprego em outros hospitais dentro da rede da UPMC. Essa falta de mobilidade no emprego inibe o avanço profissional e a capacidade de negociar melhores condições de trabalho.

A UPMC ainda não apresentou uma refutação às alegações, e seu porta-voz se recusou a comentar o assunto. No entanto, a UPMC já afirmou anteriormente que não há políticas que impeçam os funcionários de serem contratados em outros lugares e que seus níveis de pessoal são determinados pelas necessidades dos pacientes, e não por razões estabelecidas.

Perguntas Frequentes (FAQs)

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